quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Cirurgiões robóticos e vida artificial, a promessa das minúculas máquinas

O premio Nobel de 2016 em química foi concedido para o design e síntese da menor máquina do mundo. Esse trabalho soa como ficção científica, mas mantém uma imensa promessa em campos diversos com medicina, materiais e energia.

Todos os grandes empreendimentos começam pequenos.

Isso é especialmente válido para os esforços de desenvolver máquinas e nano escala (1000 vezes menos que a largura do cabelo humano), os quais são sempre designadas para permanecerem minúsculas entretanto com nossas grandes ambições para crescerem.

É difícil tracar o desenvolvimento de máquinas moleculares para uma pessoa ou passo científico.

Mas uma palestra de 1959 do celebrado físico Ruchard Feynman é um ponto de referência.

Sua fala, no encontro  da sociedade americana de física na Califórnia titulada "abundância de espaço na parte inferior", coloca o conceito base para a nanotecnologia.

Nisso, ele também antecipou uma das mais largas aplicações discutidas para máquinas moleculares: Um nano robô cirurgião e  entregador de drogas localizadas.

"Apesar de ser uma ideia bastante selvagem, seria interessante durante a cirurgia se você pudesse engolir o cirurgião", Disse Feynman à platéia.

"Você coloca o cirurgião mecânico dentro da veia sanguínea e isso vai dentro do coração e "olha por toda parte". Isso encontra qual vávula é a culposa e pega uma pequena faca e fatia a obstrução.

Esse conceito não demorou muito para aparecer em ficções científicas, como no filme A Fantastica Viagem (1966) , no qual uma tripulação de um submarino é miniaturizada e injetada dentro docorpo de um cientista a pedido para salva-lo.

50 anos depois, nós não temos conseguido transformar essa ficção em realidade. Mas a promessa é ainda muito viva. É esperado, por exemplo, que minúsculos sistemas mecânicos de entrega possam se injetados dentro do corpo para entregar drogas tóxicas de quimioterapia diretamente para o tumor, sem prejudicar a saúde dos tecidos.

Mas, como um dos três premiados ao Nobel de química, Sr. Fraser Stoddart, disse a BB: "Isso não acontece de um dia para o outro, leva um longo tempo e centenas de pesquisadores muito talentosos".

No tempo em que Richard Feynman estava pensando sobre a questão da manipulação em minúsculas escalas, químicos já  estavam  preparando o terreno.

Nos anos 50 e 60, eles estavam tentando conectar formas de anéis  juntas em cadeia, em uma tentativa de aumenta-las com novas moléculas avançadas. Mas cedo o progresso enfraqueceu com cientistas lutando para produzir o suficiente dessas moléculas para justificar seus métodos avançados.


 Em 1983 um grupo de pesquisa Francês liderado por Jean-Pierre Sauvage, outro desse trio de premiados desse ano,  deu um significante passo adiante.

Sauvage uniu em rede duas moléculas  em torno de um ion de cobre, formando a primeira ligação em cadeia. Usando esse método, o time Francês era capaz de aumentar o produto substancialmente, em relação a tentativas anteriores, para criar moléculas conectadas.

Fraser Stoddart mudou o rumo do campo quando ele sintetisou um bastão em nanoescala com alteres nas pontas envolvidos por uma molécula em formato de anel.

"O anel pode ser feito para mover para frente e para trás entre os dois locais. Você tem um interruptor ligado e um desligado e o interruptor pode estar construido sobre a máquina.", Sr. Fraser explicou.

Essas moléculas, conhecidas como rotaxanes, tem sido a base para a variedade de nanomáquinas produzidas por Frases e seus colegas.

Estão incluidos um nano elevador, que pode crescer 0,7 nanômetros e um minúsculo músculo artificial, onde rotaxanes curvam uma fina lãmina feita de ouro.
07/10/2016
 http://www.bbc.com/news/science-environment-37563673























 









terça-feira, 4 de outubro de 2016

Eleição sobre mudanças climáticas ficam profundamente divididas. Fidelidade partidária é um grande fator.

Americanos estão divididos devido a causas, tratamentos e urgência das mudanças climáticas
e a identificação partidária é um dos fortes preditores do panorama individual, de acordo com
a eleição realisada na terça-feira pelo Centro de Pesquisa Pew.

Um pouco mais de um terço dos americanos disse que se importam sobre um grande acordo
sobre mudanças climáticas. Dentre eles, 72% são democratas e 24% republicanos. Esses números
incluem independentes, os quais dizem que cederiam a um partido.

Sobre outras questões de mudanças climáticas, os americanos permanecem fortemente divididos.
Aproximadamente 7 a cada 10 democratas acreditam que mudanças climáticas são principalmente um resultado da atividade humana, enquanto menos que um quarto do republicanos acreditem nisso.
Questões similares que apareceram em pesquisas  de 2006 a 2015 encontraram lacunas nas causas percebidas de mundaças climáticas.

De acordo com alguns cientistas, que publicaram estudos sobre percepções na mudança climática, nos Estados Unidos é incomum, dentro da relativamente baixa publicidade, o interesse  e compromisso. Em uma votação conduzida ano passado, por volta do tempo em que líderes mundiais reuniram-se em Paris para negociar um acordo climático, Pew encontrou que entre os 40 países avaliados, uma média de 54% das pessoas consideram  as mudanças climáticas um problema sério, entre os americanos essa porcentagem ficou em 45%.

As novas avaliações encontraram areas as quais americanos concordam entrosando linhas partidárias.
Mais de 80%, incluindo a maioria ampla dos democratas, republicanos e independentes se mostraram a favor da expansão  tanto de industrias solares como eólicas. Cerca de dois terços dos americanos dizem que cientistas climáticos deveriam influenciar mais nas decisões políticas  sobre mudanças climáticas.

04/01/2016
Fonte: http://www.nytimes.com/2016/10/05/science/climate-change-poll-pew.html?rref=collection%2Fsectioncollection%2Fscience&action=click&contentCollection=science&region=rank&module=package&version=highlights&contentPlacement=3&pgtype=sectionfront&_r=0